Feminismo

Feminismo

O lugar do feminismo no pensamento marxista é objeto de controvérsia. Pode-se argumentar, de um lado, que o feminismo – considerado como a igualdade entre as mulheres e os homens – é essencialmente uma doutrina do liberalismo e do Iluminismo, que pouco deve ao marxismo revolucionário. Por outro lado, tem-se afirmado que a libertação das […]

Continuar lendo


Gestão de Obra Segundo Karl Marx

Karl Marx

A Gestão de Obra Segundo Karl Marx Quando o homem ajuda ao homem podem reumanizar uma vida que o egoísmo cego do capitalismo tornou bárbara. – Bertolt Brecht Burgueses e Proletários A história de todas as sociedades que existiram até nossos dias tem sido a história das lutas de classes. Homem livre e escravo, patrício […]

Continuar lendo


Habitações

Habitações

Quanto mais rapidamente se acumula o capital numa cidade industrial ou comercial, tanto mais rápido é o afluxo do material humano explorável e tanto mais miseráveis são as habitações improvisadas dos trabalhadores. Newcastle-upon-Tyne, como centro de um distrito carbonífero e de mineração cuja produção é cada vez maior, ocupa, depois de Londres, o segundo lugar […]

Continuar lendo


Salário

salario

O salário é determinado mediante o confronto hostil entre capitalista e trabalhador. A necessidade da vitória do capitalista. O capitalista pode viver mais tempo sem o trabalhador do que este sem aquele. A aliança entre os capitalistas é habitual e produz efeito; a dos trabalhadores é proibida e de péssimas conseqüências para eles. Além disso, […]

Continuar lendo


Jornada de Trabalho

Jornada de Trabalho

O primeiro “Statute of Labourer” [Estatuto dos Trabalhadores] (23 Eduardo III, 1349) teve como pretexto imediato (não sua causa, pois esse tipo de legislação durou por séculos depois de desaparecido o pretexto de seu surgimento) na grande peste que dizimou a população ao ponto de, como diz um escritor tory, “a dificuldade de se empregar […]

Continuar lendo


Educação

Educação na Gestão de Obra

A educação antes que se promulgasse a lei fabril emendada de 1844, não era raro que os certificados de freqüência escolar viessem assinados com uma cruz pelo professor ou professora, pois eles mesmos não sabiam escrever. “Ao visitar uma escola que expedia tais certificados, impressionou-me tanto a ignorância do professor que lhe perguntei:  ‘Desculpe, mas […]

Continuar lendo