Método Pimpão: A Imponderabilidade das Coisas

Pimpão - Mestre de obra

Método que é mais útil uma melancia ou um tablet? O que é mais agradável, uma tornozeleira ou um copo de leite? O que mais representa a humanidade, o Sermão da Montanha ou o Manifesto Comunista?

Isso mesmo. Criamos um Método para mensurar o incomensurável, pesar o imponderável, bulir o intangível e comparar alhos com bugalhos.
Método Pimpão: A Imponderabilidade das Coisas

Primeiramente relacionemos diversas propriedades genéricas das coisas (quanto mais propriedades melhor), e ponderemos cada uma com percentuais lançados na ocasião.

O peso irá variar com a época, a região, a situação do freguês, etc., mas sua somatória deverá sempre ser 100%, ainda que muitas propriedades que não venham ao caso fiquem com peso 0 (zero).
Requer-se imparcialidade na ponderação.

Por exemplo: valor venal (6%), sabor (5%), beleza (4%), função social (10%), empolgação (4%), utilidade (5%), ética (5%), saber (3%), deleite (0), meio-ambiente (2%), conhecimento (3%), saciação (3%), progresso (5%), desenvolvimento (4%), necessidade imediata (16%), necessidade mediana (2%), benefícios à saúde (5%), qualidade (), inovação (), gosto pessoal (10%), emanações do espírito (8%), etc.

O Método serve não só para comparações abstratas, como para fazer julgamentos precisos. Malefícios, como gases e outros problemas intestinais, etc., recebem pesos negativos.

Coloquemos o próprio Método em pauta: por ter sido criado didaticamente terá sua missão social cumprida (10%), para comprovar que a criação de um método não é coisa cabeluda (30%), para dar o devido valor aos outros métodos (20%) e para impressionar (40%), é praticamente impossível que nossa criação não receba uma nota bem acima da média, ou seja, é superior a muitos outros famigerados processos feitos tão somente para impressionar.

 

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