O Sistema SPGO de Gestão de Obra (em quadrinhos)

O Sistema SPGO de Gestão de Obra

Já afirmamos no site que o Sistema Toyota de Produção, quando aplicado em obras, não é tão eficiente quanto o sistema tradicional. As (incontáveis) ferramentas do TPS foram desenvolvidas para o chão da fábrica e não para o barro da obra, que requer tratamento especial e (diga-se) mais complexo.
A indústria a céu aberto da Construção Civil não tem tantas similaridades com a indústria tradicional ou a produção fabril. As exceções talvez sejam a fabricação de pré-moldados, beneficiamento do aço e fabricação de formas (quando em linha de produção bem definida, e ininterrupta das centrais de armação e carpintarias de porte).

 

Iremos comparar aqui todos os processos (sempre com o foco em obras) sem bater de frente com o Toyotismo ou a Construção Enxuta (Lean Construction) que, inclusive, entre nossas mais de 80 ferramentas pelo menos 8 são delas. Com a participação do internauta, nos propomos garimpar todos os métodos e processos apropriados às obras.
Antes de confrontarmos os métodos abordaremos as preciosidades de cada um deles (integradas ou não ao nosso Sistema). Buscaremos utilizar 5 fontes distintas:

a) O Planejamento Tradicional (de eficiência comprovada);
b) Ferramentas da Toyota, da Lean Construction, do Sistema de Qualidade, de O&M, da ISO, aplicáveis às obras e possíveis de serem informatizadas;
c) Ferramentas ou adaptações de nosso dia a dia;
d) Leis, Conselhos e Dicas do Borduna (peão de obra), do Gato Bonifácio, com viés às (obscuras) maracutaias e do Pimpão, fruto de nossa experiência.
e) Matérias coletados na Internet ou recebidas dos leitores.
Participe, compartilhando suas próprias experiências ou melhorando as nossas.


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